Próxima leitura – Os Demônios

Irei iniciar minha segunda leitura de Os Demônios, de Dostoiévski, a partir da tradução de Paulo Bezerra. Certamente a leitura não será como a primeira; as traduções de Bezerra costumam ter qualidade espetacular. Mas tomando por base a índole do tradutor, é certo que irei encontrar algumas surpresas pela obra. Aliás, pincelando o livro, é evidente o excesso de notas de rodapé.

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É verdade que todo tradutor comunista tenta impor na tradução sua vontade de mundo, e duvido veementemente que será diferente em Os Demônios. Paulo Bezerra, além de tradutor, quer também quer ser chamado de intelectual.

Irei destrinchar a obra e estarei atento às artimanhas de Bezerra. Aliás, lendo algumas resenhas, já foi dito que Bezerra tenta educar o leitor naquilo que não disse o autor.