A criança

G. K. Chesterton:

“A criança é o corolário significativo do pai e da mãe, e o facto de se tratar de uma criança humana traduz o significado ancestral dos laços humanos que ligam o pai e a mãe.

Quanto mais humana, e por isso menos bestial, for a criança, mais esses laços ancestrais são duradouros e adequados à ordem da natureza. Por isso, não é um progresso na cultura e na ciência a tendência para enfraquecer esse vínculo primordial, mas antes o progresso deve ir logicamente no sentido de fortalecê-lo…

Este triângulo de truísmos constituído pelo pai, pela mãe e pela criança, não pode ser destruído; só podem ser destruídas aquelas civilizações que não o respeitam.