Uma breve história do confisco de armas

Hannah Arendt afirma que o totalitarismo é técnicae como técnica não foge à padronização metodológica. Se o controle de armas hoje segue idêntico discurso da década de 30, inclusive no que concerne à defesa do próprio cidadão que, se cidadão, tem de se submeter à tutela estatal de proteção individual, é certo que a desconfiança perante campanhas de desarmamento sejam resultado de um estudo histórico. Não basta indicarmos a origem remota de uma política já conhecida: é necessário apontar que o apoio à política desarmamentista incumbe àquele que deseja o desarme populacional o  impedimento ético de se cobrar do Estado as falhas da segurança pública. É de fato arriscado dizer que o argumento atual se originou de um sentimento totalitário, mas se o método segue os traços embrionários, qualquer desconfiança é bem-vinda.

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