perspectivas

“Segundo Hamerroff e Penrose, o cérebro humano funciona como um computador biológico com 100 mil milhões de neurónios que se comportam como redes de informação. E explicam que, numa “experiência de quase-morte”, os microtúbulos perdem seu estado quântico, mas a informação contida no seu interior não é destruída.”

via Investigadores dizem ter provas sobre a existência da alma.

Vivemos, de facto, num mundo perigoso onde as ideias afirmadas sob o consulado de uma autoridade de direito da “ciência” podem ser o esteio da justificação da barbárie.

Talvez a maior dificuldade do ser humano é a de conceber racionalmente a transcendência; mas a imanência sempre esteve presente na cultura antropológica. No entanto, é possível ao ser humano — pelo menos a uma parte dos indivíduos da espécie humana — deduzir a transcendência (através da racionalidade, e não do racionalismo) a partir da imanência e/ou a partir da sua própria…

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