Ceticismo Político

Começarei aqui uma série que visa, em alguns textos, investigar de forma crítica o livro “Ensaios Céticos”, escrito por Bertrand Russell em 1928. Entendo que essa investigação é importante pois conseguimos ali mapear a essência de vários truques atuais da maioria dos humanistas. Para se ter uma idéia, livros como “Deus, um Delírio”, de Richard Dawkins, e “A Morte da Fé”, de Sam Harris, não são nada mais que releituras de “Ensaios Céticos”.

Ao mesmo tempo em que refuto Russell, mostrarei as diferenças que o meu paradigma oposto provê. Você poderá notar, por exemplo, que a diferença que faz toda a diferença é o axioma de partida, e Russell toma como ponto de partida que “o homem é perfectível”, enquanto eu vejo pelo contrário, entendendo que o homem é falível e não poderá mudar esta contingência por sua ação. Minha constatação, cada vez mais endossada pela ciência, contrasta-se com a…

Ver o post original 3.070 mais palavras