Após dar uma lida no ECA…

…nada mais saudável que visitar vídeos como este:

Mas para refrescar a memória, os anjos de Dnepropetrovsk nos ensinam antes grandes lições.

Assistentes sociais, sociólogos e criminólogos-funcionários-públicos, podem lançar suas teses de justificativas.

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Moribundas

No Expectivas:

“Desidério Murcho faz uma crítica às crenças e depois diz implicitamente que o aquecimento global não é necessariamente uma crença. Talvez não lhe passe pela cabeça que o aquecimento global seja uma espécie de religião imanente, ou até uma adaptação actualizada das religiões da Mãe-Terra do neolítico.

Mesmo que existam, de facto, mutações climatéricas — e não “aquecimento global” propriamente dito — no planeta, isso não é razão para transformar esse fenómeno absolutamente natural e historicamente recorrente em uma religião imanente que substitua outras moribundas, como por exemplo, o marxismo. Peter Singer defende a ideia de que os marxistas deveriam abandonar provisoriamente o marxismo e abraçar o neodarwinismo e o aquecimentismo. E os escândalos das estatísticas aquecimentistas forjadas em Inglaterra falam por si.”

Agora, leia esta pérola de Genésio Darci.

Faço minhas ponderações em outro momento.

Agora, apenas note que Peter Singer é aquela figura que defende o vegetarianismo como “a dieta da sustentabilidade global”. Como nunca diferentes rédeas estão se unindo na cabeça do mesmo cavalo.

“Não professando nenhum credo, mas contemplando todos”

G. K. Chesterton, Hereges, Ecclesiae, pág. 257-258:

‎”Se a razão humana pode evoluir ou não, é um problema muito pouco discutido, e não há nada mais perigoso do que fundamentar nossa filosofia social numa teoria que é discutível, mas que não foi discutida. Mas se admitirmos, só para argumentar, que houve no passado, ou que haverá no futuro, algo que se assemelhe ao crescimento ou ao aprimoramento da inteligência humana propriamente dita, haverá ainda um forte óbice a ser levantado contra a versão moderna do aprimoramento. O vício da noção moderna do progresso mental é estar sempre relacionado ao rompimento de laços, à abolição de fronteiras, à rejeição de dogmas. Mas se houver algo parecido com um crescimento mental, isso deve significar crescimento em direção a convicções cada vez mais definidas, que mais e mais vão se tornando dogmas. O cérebro humano é uma máquina de tirar conclusões; se não puder concluir, enferruja. Quando ouvimos falar de um homem inteligente demais para ser crível, escutamos algo que se assemelha a uma contradição em termos. É como ouvir a respeito de um prego bom demais para fixar um carpete; ou de um ferrolho muito firme para manter a porta trancada. O homem dificilmente pode ser definido, à moda de Carlyle, como um animal que fabrica ferramentas. Formigas, castores e muitos outros animais fabricam ferramentas, no sentido de utensílio. O homem pode ser definido como um animal que fabrica dogmas. À medida que empilha doutrina sobre doutrina e conclusão sobre conclusão, ao formar algum enorme esquema filosófico e religioso, está, no único sentido legítimo de que a expressão é capaz, se tornando mais e mais humano. Ao abandonar doutrina após doutrina, num refinado ceticismo, ao recusar filiar-se a um sistema, ao dizer que superou definições, ao dizer que duvida da finalidade, quando, na própria imaginação, senta-se como Deus, não professando nenhum credo, mas contemplando todos, então está, por intermédio do mesmo processo, imergindo lentamente na indistinção dos animais errantes e da inconsciência da grama. Árvores não têm dogmas. Nabos são particularmente tolerantes.”