Razão e liberdade

Ângelo Monteiro:

“De igual forma que a razão – erigida em ídolo para a explicação de todas as coisas, como entidade ursupadora do antigo Deus teológico – parece se negar como um caminho progressivo do homem para o Absoluto, qual se fora inteiramente independente de sua própria consciência, também a liberdade, colocada como deusa, far-nos-á lembrar sempre a sentença de Tobias Barreto: ‘A razão é a deusa da filosofalha, como a liberdade é a deusa da canalha’.”