Vagabundo carioca faz revolução em New York

Em Dos vagabundos de Wall Street tentei relacionar uma foto emblemática à natureza dissimulada das manifestações presentes, ao menos achando inicialmente que de fato fossem elas irrelevantes, como os hippies da atualidade que pregam o fim do Cristianismo. Mas a força dos acontecimentos me impeliram a considerar a natureza latinizada da pretensa revolução, afinal o discurso é o mesmo. Como que se revelando o inevitável, eis que tomo conhecimento de um vagabundo carioca, médico, que aos 28 anos foi para New York fazer mestrado em “Saúde Pública Global”.

Acompanhado de outros milhares de vagabundos, pregam o fim da opressão de Wall Street, a “socialização” da saúde americana e o fim das corporações e conglomerados tecnológicos. São, em suma, latinos de coração e alma. Mas a culpa é também dos americanos. Se universidades de renome promovem palestras sob as encenações ameninadas de Slavoj Zizek, nada mais natural que haja, em seu solo, a formação de toda sorte de projetos e produtos que almejam a disseminação da cultura do subdesenvolvimento, caracteristicamente esquerdista.

“É a esquerdização dos EUA”, dizem alguns. Eu, porém, tendo a analisar quais são os danos morais, irreversíveis, da passagem pela presidência de um sujeito como Obama, o qual já declarou apoio às manifestações mencionadas.

Agora, se o leitor quer assunto de verdade, longe do amestramento meramente ativista, leia então estes texto aqui, aqui e aqui.