O coletivista moderno também quer conforto

O conforto do coletivista moderno é achar que, tal como no discurso do Fuhrer, “todos serão patrões”, ou que, tal como no discurso do proletariado, “todos serão igualmente miseráveis”. Este último apresenta uma apelação emocional mais considerável, tendo em vista que do viciado ao mendigo todos se tornaram santos e inocentes.