A fé em suas mutações inevitáveis

A fé cristã difere de suas irmãs orientais na precípua constatação de que os evangelhos evidenciam a maestria do homem em adequar o divino ao humano; o divino ao homem em sua ínfima credulidade. Afirmo tal conceito na relação íntima entre o leitor das Escrituras e os relatos ditados, que na forma de cada autor transfere à fé mutações irreversíveis, evidentes, humanas, que não seguem por limitações interpretativas o arquétipo que querem os redutos de afirmações fervorosas estabelecer.

A magnitude da fé em Jesus Cristo é sua individualidade inerente ao que se toma por religião; as reuniões que nos padrões subsistem é a nefasta conseqüência de que o evangelho foi abstraído, para ser lembrado os passos dos discípulos em suas investidas no desvendo à grandeza das palavras do Mestre.

E permanece-se de tal forma, irredutível.

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